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As ações da Azul (AZUL4) sobem mais de 10% na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo) nesta quarta-feira (20/09). A alta é um reflexo da recomendação de compra dos papeis por dois bancos estrangeiros, o Goldman Sachs e o JP Morgan.
Os papeis da Azul dispararam logo depois do início do pregão, chegando a subir 12% e tocar nos R$ 15,48 por volta das 13h04. É a maior alta do dia entre as ações que compõem o Ibovespa, principal índice da B3.
O Goldman Sachs elevou a recomendação para os papeis da aérea de “neutra” para “compra” em relatório publicado na terça-feira (19/09) à noite. O movimento também já havia sido anunciado pelo JP Morgan na segunda-feira (18/09). O preço-alvo também foi elevado para R$ 29,90 no caso do Goldman Sachs e para R$ 29 pelo JP Morgan.
No geral, os bancos avaliam que a Azul sofreu uma desvalorização excessiva nos últimos meses, já que a renegociação de dívidas da empresa foi bem-sucedida e reduziu o risco do balanço patrimonial. O papel caiu cerca de 35% nos últimos três meses.
Além disso, os analistas notaram que a aérea vem apresentando boas condições operacionais e que o aumento dos preços do querosene de aviação devem levar a um aumento de preços no setor no futuro.
Apesar disso, o JP Morgan reduziu sua participação na companhia aérea. Em comunicado ao mercado publicado na terça-feira (19/09), a Azul informou que “certas sociedades controladas pelo JP Morgan venderam um total de 7.376.797 ações preferenciais da Companhia em 18 de setembro de 2023”.
Com isso, o banco “passou a administrar um total de 14.622.660 Ações PN da Companhia, que representam 4,35% dessa espécie de ação”.
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