Investidores tiveram bom retorno com Master, diz CEO da XP (XPBR31)
80% dos recursos ressarcidos via XP ficaram na corretora.
Diversos usuários reclamam de instabilidade no aplicativo da Rico, na manhã desta segunda-feira (2). Subsidiária da XP Investimentos, a corretora é uma das maiores do país em número de clientes e de ativos sob custódia.
Segundo os consumidores, quem acessa o app é redirecionado à página online da instituição financeira. O processo acontece logo depois que o login é solicitado pelo usuário.
A plataforma DownDetector, que monitora problemas em serviços online, registrou um pico de notificações por volta das 9h. Cerca de 150 consumidores disseram que estavam enfrentando problemas para acessar o aplicativo.
Alguns deles destacaram que também estavam sendo redirecionados para sites sem qualquer ligação com a Rico. “Dentro do app da Rico, no botão de atendimento, fui redirecionado para um site de Tigrinho”, escreveu um usuário nas redes sociais.
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Um dos últimos posts da empresa teve uma enxurrada de comentários positivos e, depois foi retirado do perfil. “Não consigo acessar minha conta. Não tem chat, nem nada. O que está acontecendo?”, perguntou outro usuário.
A empresa tem enviado uma resposta padrão aos usuários que questionam sobre o problema desta manhã. “Estamos enfrentando uma instabilidade que pode impactar o acesso à conta pelo app e site. Nosso time técnico está atuando para normalizar o quanto antes. Pedimos desculpas pelo transtorno e agradecemos a compreensão”, diz o texto.
Até a publicação deste texto, a empresa não havia emitido uma nota formal sobre qual é o problema. Na internet, há muitas especulações, mas nada muito claro sobre o que teria causado a falha operacional.
A XP já era sócia da Rico há alguns anos, mas, no começo do ano passado, decidiu elevar sua fatia na corretora.
Desde então, as duas empresas têm se integrado cada vez mais e, em alguns casos, oferecem as mesmas oportunidades para os investidores. Quem abre uma conta nova, por exemplo, tem acesso a vantagens muito parecidas, como a oferta de um título privado de curto prazo que remunera até 230% do CDI.
No fim do ano passado, as empresas se viram no meio de um imbróglio junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) pelo aluguel automatizado de ações. Para tentar fugir das garras do órgão, as empresas ofereceram R$ 400 mil, mas a proposta foi rejeitada pelos diretores da autarquia.
80% dos recursos ressarcidos via XP ficaram na corretora.
A corretora fechou o 4T25 com avanço de lucro e melhora de rentabilidade, reforçando um ciclo com mais eficiência e controle de custos.