SLC Agrícola (SLCE3) compra Sierentz Agro Brasil por US$ 135 milhões; entenda
Com a compra, a empresa fortalecerá sua presença nas regiões Norte e Nordeste do país, expandindo sua área de plantio e mitigando riscos climáticos.
Na noite da última quarta-feira (2), o presidente Donald Trump detalhou as tarifas recíprocas que os Estados Unidos vão passar a cobrar dos outros países. O Brasil ficou com uma das menores alíquotas, de 10%, mas ainda assim representa um impacto nas exportações.
📄 Os bancos de investimentos e casas de análise foram rápidos e montaram suas próprias carteiras para se defender do tarifaço de Trump. No caso da XP, foram eleitas seis ações que podem ganhar frente às novas tarifas impostas pelos EUA.
A maior parte das ações incluídas na “Cesta de tarifas dos EUA” é do agronegócio porque essas, baseadas em commodities, se beneficiam da guerra comercial. Apesar disso, os estrategistas destacam que é preferível as empresas que têm produção baseada nos EUA ou que tenham algum tipo de proteção contra a inflação.
“Embora atualmente não haja indícios de que o Brasil seja foco imediato de mudanças na política comercial ou externa dos EUA, o cenário geopolítico em evolução reforça a necessidade de uma abordagem cautelosa e estratégica”, avalia Fernando Ferreira, estrategista-chefe e head de research da XP.
🗣 Leia mais: Trump anuncia tarifas de até 49% para grupo de países; Brasil fica com 10%
Na quarta, Trump fez um grande evento -denominado “Dia da Libertação”- para anunciar uma série de tarifas contra outros países. O imposto mínimo anunciado pelo presidente foi de 10%, mas teve alguns países que tiveram a conta um pouco mais salgada.
Alguns países asiáticos foram os maiores impactados com a medida, caso do Camboja que deve ter uma alíquota adicional de 49%. Já a China, teve o imposto de importação fixado em 34% já a partir deste mês de abril, segundo a lista divulgada pela Casa Branca.
Com a compra, a empresa fortalecerá sua presença nas regiões Norte e Nordeste do país, expandindo sua área de plantio e mitigando riscos climáticos.
Companhia é citada em relatório da ONG britânica Earthsight sobre desmatamento e grilagem no Cerrado.