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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou a reação negativa do mercado às tarifas recíprocas que impôs ao resto do mundo.
As bolsas americanas registraram a maior queda dos últimos cinco anos nessa quinta-feira (3), no dia seguinte ao anúncio da taxação.
Trump, no entanto, disse que os mercados vão se recuperar, ao ser questionado sobre o desempenho de Wall Street por repórteres.
🗣️ "Os mercados vão disparar, as ações vão disparar e o país vai prosperar", afirmou.
Segundo ele, as tarifas são uma "coisa grande" e, por isso, "haverá um período de transição".
Trump acredita, então, que esse processo "está indo muito bem".
"Eu disse que seria exatamente assim. Temos seis ou sete trilhões de dólares entrando em nosso país, e nunca vimos nada parecido", declarou.
💲 O presidente dos Estados Unidos anunciou na quarta-feira (2) tarifas recíprocas para um grupo de 185 países, que variam de 10% a 49%.
A medida provocou uma onda de respostas mundo afora, deflagrando o temor de uma guerra comercial e de uma desaceleração da economia mundial.
Nos Estados Unidos, analistas ainda temem um repique da inflação, já que as tarifas tendem a deixar mais caros os produtos importados consumidos no país.
O preço da última versão do iPhone, por exemplo, pode passar de US$ 1.599 para quase US$ 2.300, segundo analistas, já que boa parte dos aparelhos é produzida na China, que foi taxada em 34% por Trump. Por isso, as ações da Apple (AAPL34) caíram mais de 9% no "day after" das tarifas.
📉 Diante disso, os mercados globais tiveram um dia de fortes perdas nessa quinta-feira (3). As bolsas americanas, por exemplo, tiveram o pior desempenho desde 2020, na pandemia de covid-19.
Veja como as bolsas americanas fecharam:
Já o Ibovespa fechou em uma leve queda de 0,04%, aos 131.140 pontos. Além disso, o dólar recuou 1,23% frente ao real e fechou a R$ 5,62, o menor valor em quase seis meses.
Esse desempenho se explica pelo fato de que o Brasil recebeu a tarifa mínima de 10% de Trump. Além disso, há a expectativa de que o Brasil consiga novos destinos para suas exportações diante do redesenho das relações comerciais internacionais.
Ainda assim, são esperados impactos negativos da nova política tarifária dos Estados Unidos. Por isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nessa quinta-feira (3) que o governo vai tomar "todas as medidas cabíveis" para proteger as empresas e os trabalhadores brasileiros.
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