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A Shein, gigante chinesa de varejo de moda, entrou com um pedido para abertura de capital nos Estados Unidos, segundo informou o jornal "Wall Street Journal", na última segunda-feira (27).
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A varejista de moda Shein estaria em conversas com três grandes bancos de investimento para realizar sua oferta inicial de ações (IPO). Em julho, a "Reuters" destacou que a empresa estava em conversas com a bolsa de valores de Nova York e a Nasdaq.
Os bancos que estariam coordenando a oferta da companhia são: Goldman Sachs, JPMorgan Chase e Morgan Stanley. A oferta, segundo a publicação do "WSJ", pode acontecer em 2024.
A Shein foi avaliada em mais de US$ 60 bilhões em maio deste ano. A empresa pode se tornar a mais valiosa da China a abrir capital nos Estados Unidos desde a estreia da gigante da Didi Global em 2021, com valor de mercado de US$ 68 bilhões.
No Brasil, a Shein chegou em 2020. A chinesa anunciou, na metade deste ano, que quer chegar a dois mil acordos com fábricas terceirizadas até 2026. Em outubro, a empresa possuía 336 acordos assinados em 12 Estados.
Em 2022, a companhia chinesa de moda vendeu mais que a Marisa, empresa já consolidada no cenário nacional. Foram R$ 8 bilhões de faturamento da Shein no País, no ano passado, contra R$ 3,2 bilhões da Marisa.
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