Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
👨💻 Ao contrário do Pix, que já é usado por grande parte da população, o Open Finance é uma ferramenta que desfruta de um certo anonimado. Um estudo feito pelo Datafolha mostrou que 54,7% dos brasileiros nunca ouviram falar sobre o sistema lançado pelo Banco Central.
Entre os que já ouviram falar sobre o OP, um terço se considera mal-informado sobre o assunto. O levantamento mostra que o erro no uso das funções é o principal problema enfrentado pelo sistema hoje, seguido pela ausência de benefícios claros para os consumidores.
O Open Finance é uma evolução da agenda de inovação do BCB, que tem o foco de dar ao correntista o controle sobre os seus dados financeiros. Desta forma, é possível transferir informações entre instituições, apenas com o consentimento, sem muitos desafios, como a necessidade de ir a uma loja física.
💸 Leia mais: FGTS tem lucro recorde de R$ 23,4 bi em 2023
A pesquisa foi encomendada pela Zetta, uma associação que reúne as principais fintechs do país. Em entrevista ao Poder360, o presidente da instituição Eduardo Lopes desta que o uso da ferramenta é mais abstrato que o Pix, portanto, há um desafio de comunicação.
“Às vezes as pessoas já estão até usando, mas não sabem. Ela deu o consentimento em algum momento, leu que é Open Finance, mas depois não necessariamente ela associa”, argumenta. “Ter muitos casos de uso é o que vai fazê-lo se popularizar”, acredita.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Uma varejista surfou o mês embalada por troca em seu conselho de administração e uma companhia área tem perdido bastante valor de mercado