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O ex-presidente Jair Bolsonaro obteve alta hospitalar na manhã desta sexta-feira (27). Conforme autorização dada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), ele foi levado para casa, onde passa a cumprir prisão domiciliar.
A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, foi uma das pessoas que foram ao encontro do ministro Alexandre de Moraes para que ele autorizasse a conversão da prisão. Agora, com o pedido atendido, ela garante que o período vai ser de “política zero”, pelo menos até que a saúde do político esteja restabelecida.
"Estando em casa, um ambiente mais confortável, a gente vai poder estar cuidando dele. Todo mundo sabe que ele precisa agora de uma assistência maior, uma segurança maior. O que eu tinha comentado com o ministro Alexandre de Moraes. A questão que mais me deixava tensa era o fato de ele ter refluxo. Aconteceu, ele broncoaspirou e teve essa pneumonia bacteriana grave", disse.
Ela ainda destacou que houve um trabalho conjunto de várias pessoas para que a prisão domiciliar fosse decretada, mesmo que para um período inicial de 90 dias. Além dela, Tarcísio de Freitas (governador de SP) e Flávio Bolsonaro (senador pelo RJ) também tiveram agendas com Moraes ao longo dos últimos dias para tratar sobre o assunto.
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"O bônus é de todos aqueles que foram até o STF, até o ministro Alexandre de Moraes, intercederam por essa prisão domiciliar. Não tem uma pessoa que tirou o Bolsonaro do batalhão. São várias. Todos aqueles que intercederam em oração e pessoalmente junto ao ministro", declarou. "Nós temos 90 dias, creio que as coisas vão se ajustar."
Michelle também respondeu aos questionamentos de jornalistas sobre eventualmente se candidatar a algum cargo nas eleições de 2026. Ela é cotada para disputar uma vaga no Senado Federal pelo Distrito Federal.
"A minha vida pertence a Deus, tudo o que eu faço é regido por Ele. Eu estou como presidente de um movimento grande, partidário feminino, mas o momento agora é de cuidar da saúde dele, da alimentação, tudo que eu puder fazer para que ele se recupere mais rápido", afirmou.
Aos 71 anos, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado depois das eleições de 2022, quando saiu derrotado contra Lula. Ele passou 14 dias internado, sendo a maior parte deles na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), para tratar uma broncopneumonia grave.
Depois da alta, a equipe médica destacou que o político segue sob observação, com necessidade de acompanhamento. "Não podemos dizer que está curado. Podemos dizer que encerrou-se a fase hospitalar", afirmou o médico Brasil Caiado. "[Agora] continua o tratamento, com fisioterapia respiratória, motora e reabilitação cardiopulmonar em casa, com a previsão de novo controle via tomografia em quatro semanas", continuou.
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