Itaú BBA vê fevereiro difícil para criptomoedas e pede "paciência" para março

O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).

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Publicado em 02/03/2026 às 19:04h - Atualizado 6 minutos atrás Publicado em 02/03/2026 às 19:04h Atualizado 6 minutos atrás por Matheus Silva
Segundo o banco, a expectativa para o BTC é de continuidade da pressão vendedora (Imagem: Shutterstock)
Segundo o banco, a expectativa para o BTC é de continuidade da pressão vendedora (Imagem: Shutterstock)
🚨 O mercado de criptoativos encerrou fevereiro sob pressão. Em relatório sobre as perspectivas para março, o Itaú BBA avaliou que "fevereiro foi mais um mês difícil para os criptoativos" e orientou os investidores a aguardarem o fim do ciclo de baixa antes de avaliar novas entradas.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% no mês e operava em alta de aproximadamente 5,65% por volta das 18h50 desta segunda-feira (2). 
Segundo os analistas do banco, a expectativa para o BTC é de continuidade da pressão vendedora no médio prazo.

O que o Itaú BBA projeta para o bitcoin

Na visão dos especialistas do Itaú BBA, o bitcoin pode buscar o suporte de R$ 296.270. Se esse nível não segurar, os analistas apontam novos pisos em R$ 246.300 e R$ 192.700. Para reverter a tendência de queda, o ativo precisaria superar a resistência de R$ 402.200.
O documento orienta que a "recomendação é o acionamento de stops caso os ativos indiquem mais quedas pela frente", uma vez que, segundo os especialistas, "nos encontramos justamente 'no meio' destas quedas no início de março". 
O banco também recomenda "paciência, para aguardar o término deste cenário de baixa, antes de avaliar os pontos de compra ativos".

Ethereum e Solana também sentiram o baque

O movimento do bitcoin se repetiu com outras criptomoedas. O ethereum (ETH), segunda maior criptomoeda do mundo por capitalização de mercado, recuou cerca de 14% no mesmo período e operava em alta de 5,41% nesta segunda.
Para o ETH, o Itaú BBA aponta suporte em R$ 9.250 em meio à pressão vendedora, com pisos adicionais em R$ 8.385 e R$ 7.620 caso o nível não seja mantido. 
A superação da resistência de R$ 12.410 seria necessária para reverter a tendência de baixa no curto prazo, segundo os analistas.
🚀 Já a solana (SOL), que operava próxima a R$ 358,05 no momento do relatório, pode recuar até R$ 160,85 na avaliação do banco. O movimento comprador, segundo o Itaú BBA, só seria retomado a partir dos R$ 521,70.