IR 2026: Cinco estratégias para investidores declararem sem erros

O primeiro passo é organizar toda a documentação necessária.

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Publicado em 11/04/2026 às 08:34h Publicado em 11/04/2026 às 08:34h por Elanny Vlaxio
É necessário conferir resultados mensais (Imagem: Shutterstock)
É necessário conferir resultados mensais (Imagem: Shutterstock)
O período de IR  (Imposto de Renda) 2026 costuma exigir atenção redobrada de quem investe. Diferentemente de salários e de parte das aplicações bancárias, nem todas as informações chegam prontas ao sistema da Receita Federal do Brasil. 
Em muitos casos, cabe ao próprio investidor reunir dados, revisar posições e garantir que a evolução patrimonial esteja coerente de um ano para o outro, diz Gustavo Filardi, gerente sênior da Nelogica responsável pela Akeloo, que separou 5 dicas para investidores declarerem o IR. Confira:
  • Reúna os informes antes de abrir a declaração
O primeiro passo é organizar toda a documentação necessária: informes de rendimentos de bancos e corretoras, notas de corretagem, extratos de custódia, comprovantes de dividendos, posições em fundos, dados de criptoativos e registros de compra e venda de bens.
  • Revise com atenção os dados
A declaração pré-preenchida pode agilizar o processo e diminuir erros manuais, mas não dispensa a conferência. Para investidores, essa etapa é ainda mais relevante, especialmente na verificação de rendimentos, diz comunicado da Akeloo.
  • Atenção especial à renda variável
Investimentos como ações, fundos imobiliários, ETFs e operações de day trade demandam cuidado adicional. É necessário conferir resultados mensais, compensação de prejuízos, eventuais impostos devidos e a consistência entre posição e movimentações ao longo do ano. 
  • Revise a evolução patrimonial
Ativos que estavam na carteira no ano anterior devem aparecer corretamente na declaração atual, salvo em casos de venda, resgate ou transferência. O mesmo vale para imóveis, veículos, contas no exterior e outros bens. 
  • Olhe para 2026 já com a nova legislação no radar
Além de declarar corretamente, é importante avaliar a estratégia de investimentos diante das mudanças na legislação que passam a valer este ano e que impactarão a declaração de 202, diz o gerente Gustavo Filardi.
Entre elas, está a retenção de 10% de IRRF sobre lucros e dividendos pagos por uma mesma empresa a uma pessoa física residente no Brasil quando o valor ultrapassar R$ 50 mil no mês, além do regime anual de tributação mínima para altas rendas, aplicável a contribuintes com rendimentos acima de R$ 600 mil.
Para investidores com maior patrimônio, essas mudanças podem influenciar decisões sobre distribuição de dividendos, planejamento de retiradas e organização fiscal ao longo do ano.

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Para quem investe, o relatório do Imposto de Renda da carteira pode ficar pronto em poucos cliques. No Investidor10, os dados dos investimentos são gerados automaticamente e organizados nas mesmas fichas da Receita Federal, como Bens e Direitos e Rendimentos, facilitando identificar onde declarar cada ativo e permitindo copiar as informações com apenas um clique para o programa da Receita.
A área também reúne recursos para acompanhar as obrigações fiscais ao longo do ano, como Isentômetro, que sinaliza quando as vendas de ações no mês ultrapassam R$ 20 mil, guia de como declarar investimentos, acompanhamento para emissão de DARF e organização de dados de investimentos no exterior, criptomoedas e dividendos, deixando tudo pronto para saber onde declarar cada item. Para conferir, basta acessar a área de Imposto de Renda dentro da carteira no Investidor10