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Nesta sexta-feira (23), o MGI (Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos) propôs um reajuste de até 23% nos salários dos funcionários públicos do BC (Banco Central) de 2024 e 2025. Os servidores estão em greve desde o dia 20 de fevereiro.
Após 48 horas de paralisação, na quinta-feira (22), os servidores da autoridade monetária combinaram, em assembleia, a retirada do indicativo de greve para terça-feira (27) e quarta-feira (28).
🏦 De acordo com o Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco do Central), a medida foi um "gesto da categoria em resposta à proposta do governo".
“Houve progresso em relação ao que foi apresentado no começo do mês, dado que alguns pleitos da categoria foram contemplados, entretanto outros pontos muito caros à categoria não foram contemplados. O MGI já indicou estar aberto ao diálogo sobre alguns deles, como o nível superior para os técnicos”, afirmou o Sinal.
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Mesmo com a atual decisão, os funcionários deliberaram que vão apresentar uma contraproposta. Antes da atual proposta, o governo havia sugerido um reajuste de salários de 13% para 2025 e 2026.
💼 Até o dia 17 de fevereiro, 400 servidores do banco haviam entregado seus cargos comissionados, além do anúncio da saída dos chefes do Deinf (Departamento de Tecnologia de Informação).
Os servidores solicitam um reajuste de 36% e a reestrutura de carreira, exigindo nível superior para o cargo técnico e mudança de nome do cargo de analista para auditor. Até o momento, o governo aceitou apenas a proposta de mudar o nome da categoria.
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