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⚖️ O governo de Javier Milei não conseguiu sucesso na primeira proposta de abertura de mercado que enviou ao Congresso. Por ter minoria, diversos pontos dos mais de 600 artigos foram rejeitados pelos deputados e senadores.
O que não mudou para o gabinete, porém, foi o desejo de privatizar algumas das companhias estatais. A Constituição argentina não permite que empresas estratégicas sejam totalmente vendidas à iniciativa privada, então, o projeto é que, no mínimo, parte das ações dessas companhias vá a leilão.
A companhia aérea Aerolineas Argentina é uma das marcas que devem sair 100% das mãos do governo. Essa é considerada uma das principais empresas do ramo na América do Sul, já que opera voos domésticos que cobrem todo o país, além dos internacionais para 20 países.
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A Enasa (Energía Argentina), equivalente a Eletrobras, RTA (Radio y Televisión Argentina) e Intercargo, de auxílio terrestre para aeroportos, também podem ser vendidas em sua totalidade. Há outras companhias que serão concedidas à iniciativa privada por meio de contratos e acordos, caso dos Correios e da companhia de trens, segundo proposta de Milei.
Entre as companhias que são impedidas de serem privatizadas de forma completa estão o Banco La Nacion e a Nucleoeléctrica Argentina, que devem passar a contar com uma participação minoritária de outros grupos empresariais.
O governo também conseguiu fazer manobras por fora das discussões legislativas para encerrar empresas que considerava prejudiciais aos cofres públicos. A Agência Nacional de Notícias Télam estava no primeiro projeto de privatização, mas foi fechada no mês passado por supostamente dar um prejuízo de 20 mil milhões e pesos no ano.
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