Segundo o entusiasta cripto, é preciso rejeitar uma "corrida cega para a Inteligência Artificial Geral", e em seu lugar buscar o caminho da descentralização, verificação e privacidade dos usuários ao estilo que a rede blockchain Ethereum já o faz.
"A estrutura de trabalho da Inteligência Artificial Geral contém em si um erro. Geralmente, a IA e o
mundo cripto são abordados por perspectivas filosóficas completamente separadas quando deveríamos construir mais integração entre elas", escreveu Buterin em postagem no X nesta semana.
Cada vez mais, a aposta do mercado é que o
ETH se torne a camada de liquidação padrão para interações de IA para IA, em que o próprio criador da criptomoeda defende mecanismos e salvaguardas necessários para o comércio, as trocas e os investimentos autônomos.
Todavia, olhando para a análise gráfica, o
ETH se vê amarrado no curto prazo na região dos US$ 2 mil, tendo como preço de suporte os US$ 1.950. Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido US$ 1 mil em
Ethereum (ETH) desde o início de 2026, hoje você teria US$ 640,41.
Por sua vez, o
Bitcoin (BTC) segue abaixo dos US$ 70 mil nesta terça-feira (10), acumulando desconto de -45% ante o topo de US$ 126,1 mil registrado em outubro de 2025. Há quem diga que temos sinais para o fim do bear market (mercado de baixa) das criptomoedas, à medida que a demanda dos investidores institucionais começa a voltar.
Todavia, parte dos entusiastas de cripto ainda é cética na recuperação do Bitcoin no curto prazo. Apenas 44% dos usuários da plataforma de previsão Myriad apostam que o
BTC tem mais chances de buscar um rali aos US$ 84 mil do que acentuar baixa aos US$ 55 mil. No último dia 5 de fevereiro, a criptomoeda chegou a fazer mínima em US$ 60 mil.