Nesta sexta-feira, dia 27 de março de 2026, chegamos ao fatídico março de um mês desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, conflito armado que logo se alastrou por diversas partes do Oriente Médio.
Dos mesmos criadores do Golfo da América, o presidente americano Donald Trump logo tratou de chamar o Estreito de Ormuz, passagem marítima estratégica para exportações de
petróleo, de 'Estreito de Trump'.
Brincadeiras à parte, Trump tratou de não classificar o conflito armado com os iranianos de guerra, mas sim de operação militar. A medida se assemelha bastante a como o presidente russo Vladimir Putin classifica sua intervenção contra a Ucrânia.
“Eles precisam abrir o Estreito de Trump”, disse o presidente dos EUA durante discurso em evento realizado em Miami, aproveitando a ocasião para mostrar que os americanos têm tido vantagem nas negociações com o regime dos aiatolás.
Trump parabenizou a resiliência com que as monarquias do Golfo Pérsico, países como Arábia Saudita, Catar, Kuwait e Omã, têm resistido aos bombardeios de mísseis de baixo custo lançados aos milhares pelo Irã.
“Estamos mais perto do que nunca da ascensão do Oriente Médio. Vamos livrar o Oriente Médio do regime radical do Irã”, declarou Trump, sem explicar direito o que seria tal ascensão.