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Nesta quarta-feira (26), o Banco Central publicou o relatório da primeira fase do projeto-piloto da moeda digital Drex. A autarquia destacou que a implantação do modelo se mostrou desafiadora a partir do ponto de vista tecnológico e que a ferramenta demanda acompanhamento intensivo mais do que o esperado.
🪙 A primeira fase do projeto-piloto selecionou diversas instituições financeiras para colaborar na implantação de soluções a partir da moeda emitida pelo Banco Central. No entanto, no relatório divulgado nesta quarta, o BC destacou a falta da necessidade de aplicar recursos nos projetos.
“O BC entendeu ainda que as propostas apresentadas não apresentaram diferenciação suficiente em relação aos casos já em teste que justificasse a alocação de recursos necessária para seu acompanhamento”, diz nota técnica da entidade.
O Drex é um projeto de moeda digital oficial que será emitida pelo BC no futuro. A ideia é que o item facilite transações que demandem dupla verificação, por exemplo, além de estar em linha com os pares internacionais que caminham para lançar suas próprias CDBCs.
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Agora, o projeto segue para a segunda fase, com mais 50 testes diferentes. A seleção contou com a inscrição de 101 propostas, de bancos e instituições de pagamento diferentes.
O órgão destacou que muitas das propostas enviadas até novembro do ano passado já estavam sendo discutidas na primeira fase, com os outros membros.
"O BC reitera que o Drex é um projeto institucional que deve aumentar a segurança e a eficiência do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro. Partindo dessa premissa, o BC só avançará nas soluções que garantam privacidade, proteção de dados e segurança das transações. Os passos seguintes dependerão dos resultados da segunda fase”, destacou a instituição.
📃 A primeira fase do piloto Drex estava focada na oferta de privacidade, programabilidade e descentralização do sistema. Entre os selecionados para contribuir com o BC, estavam nomes de peso, como Bradesco, Nubank, Santander e Inter.
Os bancos foram divididos em consórcios, ficando cada um responsável por um tipo de operação. A XP e a Visa, por exemplo, que estavam no mesmo grupo de trabalho, se juntaram para configurar um nó de rede com integração à rede de blockchain do BC.
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