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💼 A taxa de desemprego no Brasil apresentou uma queda de 0,5% em no terceiro trimestre de 2024. Desta forma, no final de setembro, apenas 6,4% dos brasileiros estavam desocupados, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).
O número é o menor percentual registrado desde dezembro de 2013, quando 6,3% dos brasileiros estavam desempregados. Ao todo, em 2024, 104 milhões de brasileiros estão ocupadas e cerca de 7 milhões de pessoas estão buscando emprego.
O movimento foi puxado especialmente pela Indústria e o Comércio, que registraram as menores taxas, de 3,2% e 1,5%, respectivamente. Esses dois setores contrataram, juntos, mais de 709 mil trabalhadores.
“Em particular, a indústria registrou aumento do emprego com carteira assinada. Já no comércio, embora a carteira assinada também tenha sido incrementada, o crescimento predominante foi por meio do emprego sem carteira”, destacou Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE.
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O mercado de trabalho chegou ao fim de setembro com o total de 53,3 milhões de pessoas empregadas no setor privado. Destes, 39 milhões trabalham com carteira assinada e outros 14,3 milhões sem registro formal, destacou o Instituto.
“O trabalho com carteira neste setor cresceu 1,5% (mais 582 mil pessoas) no trimestre e 4,3% (mais 1,6 milhão de pessoas) no ano, enquanto o contingente de empregados sem carteira cresceu, respectivamente, 3,9% (mais 540 mil pessoas) e 8,1% (mais 1,1 milhão de pessoas) nas mesmas comparações”, diz o levamento.
Já o setor público alcançou a marca de 12,8 milhões de contratados, um crescimento de 4,6% em relação a um ano antes. A maior parte desses servidores trabalham sem registro em carteira, considerando que o efetivo de militares e servidores de carreira ficou estável na comparação entre as edições do levantamento.
📉 Embora os dados do IBGE sejam positivos, trazem outras informações importantes sobre a força de trabalho no Brasil. A pesquisa mostra que a taxa de informalidade no país, por exemplo, atingiu a marca de 38,8% ao final de setembro.
Além disso, a força de trabalho subutilizada chegou a 18,2 milhões de pessoas. Esse grupo representa aquelas pessoas que gostariam de trabalhar mais, seja em um segundo emprego ou com maior carga horária, mas não tem oportunidades.
Há, ainda, o grupo de desalentos, hoje de 3,1 milhões, onde estão as pessoas que até gostariam de trabalhar, mas não buscam uma vaga porque acreditam que não vão encontrar.
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