Quais fundos imobiliários têm mais a ganhar com a taxa Selic em 14,25% ao ano?
Portfolio Manager da TRX destaca dois FIIs de papéis recheados de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao CDI
📊 A taxa básica de juros está hoje estacionada em 10,5% ao ano, segundo as últimas decisões do Copom (Comitê de Política Monetária). No entanto, isso pode mudar na próxima reunião, marcada para os dias 17 e 18 de setembro, quando a diretoria do Banco Central deve decidir o novo índice da Selic.
Parte do mercado já aposta que o Copom vai subir a taxa de juros com base nos recentes resultados da inflação. Bancos como BTG Pactual e XP Investimentos preveem que a Selic deve terminar 2024 no patamar de 11,75%, ou seja, uma alta de 1,25% no valor atual.
De forma direta, os investimentos mais impactados com uma alta da Selic são os de renda fixa, sobretudo os pós-fixados, que estão atrelados a taxa DI. Para além destes, há impacto também nos fundos imobiliários do segmento de papel, os que aportam o patrimônio em títulos.
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Alguns desses ativos tem seu portfólio quase todo alocado em papeis do setor imobiliários, caso do Valora RE III (VGIR11) e do Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11). Ambos direcionam os recursos para os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), um tipo de investimento que tem sua correção diretamente ligada à Selic.
Com um acréscimo de pontos percentuais na Selic, os cotistas podem ver suas cotas se valorizando nos próximos meses, considerando que as entradas serão maiores. Além disso, dependendo da estratégia de dividendos de cada FII, é possível que os proventos pagos aos cotistas também sejam corrigidos para cima.
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