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Uma das candidatas à próxima abertura de capital tem motivos de sobra para se preocupar. Na noite de sexta-feira (29), a BRK Ambiental publicou seu balanço financeiro do quarto trimestre de 2025, no qual registrou um prejuízo líquido de R$ 24 milhões.
O saldo negativo representa um avanço de 1.100% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o documento, o número foi resultado de um aumento nas despesas.
No acumulado de 2025, o prejuízo foi de R$ 108 milhões, revertendo a situação de lucro de R$ 7 milhões apurados em 2024. No entanto, a receita da companhia subiu cerca de 10%, terminando o período em R$ 1 bilhão.
O CEO da companhia, Alexandre Thiollier, preferiu se mostrar mais otimista e chamar atenção para outros números do balanço. Ele destacou que houve recordes em outras áreas.
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“Atingimos recordes de receita, arrecadação, EBITDA, e margens operacionais, sustentados por uma forte disciplina de custos e eficiência operacional”, disse o executivo.
A BRK protocolou um pedido de IPO na B3 na semana passada, que pode culminar na primeira operação deste tipo em mais de três anos. Com os números negativos, porém, o mercado pode ficar mais atento em relação ao modelo de negócio da companhia, que atua no segmento de saneamento básico.
"Olhando para 2026, seguimos com nosso foco em eficiência operacional, execução de projetos de alto impacto, inovação aplicada e sustentabilidade financeira e ambiental. Temos a convicção de que, com o engajamento das nossas pessoas, dos nossos fornecedores, nossos clientes e demais stakeholders, seguiremos colhendo frutos, buscando a consolidação da nossa liderança em eficiência e acelerando a universalização do saneamento no Brasil”, comentou Thiollier.
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