2º aval em uma semana faz ações da Coinbase voarem em Wall Street; veja
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O magnata Jeffrey Epstein teria feito um investimento milionário em uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo. Segundo e-mails que foram revelados recentemente, ele aportou cerca de US$ 3 milhões na Coinbase (C2OI34), em 2014.
O investimento do empresário, que foi acusado de crimes sexuais, teria sido intermediado pelo cofundador da Tether, emissora da stablecoin USDT, Brock Pierce. A troca de correspondências online também mostra que Epstein teria se encontrado com o cofundador da Coinbase, Fred Ehrsam.
“Tenho um intervalo entre meio-dia e 15h hoje, mas, novamente, não é crucial para mim, mas seria bom encontrá-lo se for conveniente”, escreveu Ehrsam. “É importante para ele?”
Na época do investimento, muito antes do boom das criptomoedas, a exchange estava avaliada em cerca de US$ 400 milhões. Passados cerca de 12 anos, a companhia está listada na bolsa dos Estados Unidos com um valuation de US$ 51 bilhões.
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Epstein saiu do negócio em 2018, quando vendeu suas ações para a Blockchain Capital. Mesmo no período em questão, ele conseguiu obter um bom lucro com a operação, considerando que a Coinbase já valia bem mais.
Epstein voltou às páginas policiais nas últimas semanas por causa de documentos que foram divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O nome de diversos empresários e políticos norte-americanos aparece nos arquivos que revelam os crimes sexuais praticados por ele.
Um dos e-mails tornados públicos mostra um interesse por parte de Elon Musk em participar de festas organizadas pelo criminoso. “Quando podemos ir para a sua ilha?”, questionou o fundador da Tesla.
O nome de Bill Gates, fundador da Microsoft, também aparece nos arquivos. O empresário teria pedido ajuda para administrar antibióticos à sua esposa, depois de ele ter supostamente se relacionado com prostitutas.
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