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A Câmara dos Deputados declarou como urgente o projeto de lei que visa quebrar a patente da caneta de emagrecimento Mounjaro. Desta forma, a votação não precisa passar por nenhuma comissão e segue direto para votação no Plenário da Casa.
O Mounjaro é uma das canetas que foram criadas para o tratamento de diabetes, mas se popularizaram depois de pesquisas que indicaram que faziam efeito também para o emagrecimento. O medicamento original foi criado pelo laboratório norte-americano Eli Lilly, que detém a licença para exportar a vários países, incluindo o Brasil.
Com a eventual quebra da patente, as farmacêuticas brasileiras poderão produzir o item como medicamento genérico. O objetivo é que ele esteja disponível aos consumidores brasileiros bem abaixo do preço praticado atualmente.
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A votação no plenário deve acontecer em um momento desfavorável, em que as canetas são alvos de alertas pelas entidades de saúde. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por exemplo, emitiu um alerta em que apontaos riscos adversos, como pancreatite aguda.
O alerta foi publicado depois que o Reino Unido começou a investigar dezenas de casos associados ao uso deste medicamento sem acompanhamento médico. “O risco de desenvolver esses efeitos colaterais graves é muito pequeno, mas é importante que pacientes e profissionais de saúde estejam cientes e atentos aos sintomas associados”, disse Alison Cave, diretora de Segurança da MHRA, par britânica da Anvisa.
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