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BRB (BSLI4) virou alvo de um inquérito da PF (Polícia Federal), por suspeita de gestão fraudulenta.
🔎 A investigação teve início depois que uma análise do próprio banco identificou indícios de irregularidades em operações comandadas pela sua antiga diretoria.
O BRB tentou comprar o Banco Master no ano passado. Depois, foi citado na
operação Compliance Zero da PF, que investigou a emissão e negociação de títulos pela instituição de Daniel Vorcaro.
A auditoria foi conduzida pelo escritório de advocacia Machado & Meyer, com suporte técnico da consultoria Kroll. E, de acordo com o BRB, encontrou "achados relevantes" já na primeira etapa de análise.
Com o objetivo de "confirmar eventuais atos ilícitos", o BRB compartilhou essas informações com a Polícia Federal na última quinta-feira (29) e com o BC (Banco Central) nessa segunda-feira (2).
BRB reforça solidez financeira
🏦 Em nota divulgada nesta terça-feira (3), o BRB disse que vem adotando inúmeras medidas para "resguardar seus interesses, recuperar seus créditos e ativos e ver ressarcidos os prejuízos causados pelos agentes relacionados à Operação Compliance Zero".
Além disso, garantiu que mantém-se sólido do ponto de vista financeiro e reafirmou o compromisso com a preservação de seu patrimônio, de seus clientes e do desenvolvimento econômico e social de Brasília e região.
De acordo com a PF (Polícia Federal), o BRB injetou mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito falsas do Banco Master. Contudo, o banco já teria recuperado mais de R$ 10 bilhões desse valor no final do ano passado.
A apuração de eventuais prejuízos também é conduzida pela auditoria independente, em parceria com o Banco Central.