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📈 No ano em que o Brasil comemora 50 anos de relações diplomáticas com a China, mais 38 plantas frigoríficas brasileiras foram autorizadas a exportar carnes para o país asiático.
O comunicado foi feito pela Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) enviado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta terça-feira, 12 de março.
Essas habilitações incluem 8 abatedouros de frango, 24 abatedouros de bovinos, um estabelecimento de termoprocessamento de bovinos e 5 entrepostos, sendo um de bovinos, 3 de frango e um de suíno, uma novidade no comércio com a China.
Parte desses estabelecimentos foi auditada remotamente em janeiro deste ano, enquanto outros passaram por avaliação presencial em dezembro do ano passado, com equipes técnicas chinesas acompanhadas por representantes do Mapa.
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância desse momento para ambos os países.
💲 O ministro ressaltou que a China receberá produtos de qualidade a preços competitivos, enquanto o Brasil terá oportunidades de emprego e crescimento econômico. Ele considerou o evento um marco na relação comercial Brasil-China.
Em vídeo divulgado ao lado do presidente Lula, Fávaro celebrou a abertura de 96 novos mercados para produtos agropecuários brasileiros desde o início do atual mandato, sendo 39 deles países que não faziam parte da lista de parceiros comerciais do Brasil.
A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne bovina, suína e de frango, destacando-se como o maior parceiro comercial para proteína animal.
Em 2023, o país asiático importou 2,2 milhões de toneladas de carnes do Brasil, totalizando mais de US$ 8,2 bilhões.
Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais, explicou que a decisão de liberar plantas para exportação é do governo chinês, enquanto ao Mapa cabe reunir as condições no Brasil e informar ao país comprador as plantas disponíveis para validação.
💼 O secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, destacou o reconhecimento da qualidade, credibilidade e confiança do trabalho da defesa agropecuária do Brasil, evidenciado pelo número recorde de habilitações concedidas de uma só vez.
Até o início de março deste ano, o Brasil tinha 106 plantas habilitadas para exportar para a China, incluindo 47 de aves, 41 de bovinos, 17 de suínos e 1 de asininos.
Além disso, recentemente, a China notificou o Brasil sobre a não renovação da medida antidumping que era aplicada às exportações brasileiras de carne de frango desde 2019, o que tornou as exportações brasileiras de frango mais competitivas no mercado chinês.
A medida antidumping deixou de vigorar no mês passado, criando oportunidades para os produtores brasileiros competirem de forma mais eficaz.
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