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A Americanas (AMER3) e o Bradesco (BBDC4) entraram em acordo e desistiram da discussão sobre a inclusão das fianças, no valor de R$ 300 milhões, no processo de recuperação judicial da companhia.
As duas empresas protocolaram uma petição na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, com a solicitação da extinção da discussão sobre extraconcursalidade das operações dessa modalidade que foram desembolsadas depois da recuperação judicial.
De acordo com informações do jornal "Valor Econômico, o recuo nas discussões entre Bradesco e Americanas aconteceu devido a necessidade de agilizar as discussões da recuperação judicial. A aprovação do acordo pelos credores da Americanas tem prazo final previsto para janeiro de 2024.
Segundo o jornal, Bradesco e Americanas não tiveram "convergência das visões" sobre as fianças. Sendo assim, o movimento indica apenas um "cessar fogo".
Há cerca de duas semanas, o Bradesco divulgou um comunicado afirmando que tinha "total interesse" no avanço do plano de recuperação judicial da companhia varejista.
A direção da Americanas entrou na Justiça, no início deste mês, acusando o Bradesco de se alinhar juridicamente ao ex-CEO da varejista, Miguel Gutierrez, com o intuito de obter vantagem frente aos demais credores.
"A tentativa do Bradesco de se valer do Poder Judiciário paulista puramente para buscar uma alavancagem negocial já seria lamentável por si só. Agora, porém, ganhou contornos ainda piores. Em vez de se alinhar com os credores e acionistas que têm buscado, de boa-fé, viabilizar a recuperação da companhia, o Bradesco resolveu se alinhar ao fraudador patrimônio pessoal vultoso, fabricando resultados fictícios às custas de credores, fornecedores, funcionários e acionistas das Americanas", escreveram os advogados da varejista à Justiça.
A Americanas revelou, em janeiro deste ano, um rombo de R$ 20 bilhões em dívidas que não foram contabilizadas em seu balanço. Poucos meses depois, um relatório da Americanas mostrou que as fraudes e lançamentos indevidos encontrados nas demonstrações financeiras da varejista somavam mais de R$ 40 bilhões em números não auditados e preliminares.
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