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Na semana passada, o presidente Donald Trump convocou seus aliados para pressionar o Irã pela liberação do Estreito de Ormuz. A rota marítima é importante para o comércio global, especialmente para o escoamento do petróleo que é produzido no Oriente Médio.
“Estou exigindo que esses países venham e protejam seu próprio território, porque é o território deles”, disse Trump sobre o estreito. O recado foi enviado principalmente às maiores potências do mundo, que podem sofrer com a eventual escassez de petróleo.
Nesta segunda (16), ele voltou a comentar o assunto, criticando aqueles que rejeitaram enviar ajuda para a região. No entanto, destacou que alguns países prometeram enviar força militar para liberar a passagem.
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“Vários países me disseram que estão a caminho”, disse Trump em coletiva de imprensa. “Alguns estão muito entusiasmados com isso, outros não. Alguns são países que ajudamos por muitos e muitos anos. Nós os protegemos de ameaças externas terríveis, e eles não se mostraram tão entusiasmados. E o nível de entusiasmo importa para mim”, continuou o presidente.
A fala de Trump acontece depois que vários líderes europeus se pronunciaram sobre o assunto, quase todos contrariando a possibilidade de envio de tropas à região. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que o país “não se deixará arrastar para uma guerra mais ampla”.
Alguns deles também rejeitaram a hipótese de movimentar as forças militares da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) para o Oriente Médio. “A Otan é uma aliança para a defesa do território”, comentou o porta-voz do governo alemão, Stefan Kornelius, completando que “não existe mandato para mobilizar a Otan” e que “esta guerra começou sem qualquer consulta prévia”.
Mesmo na Ásia não há movimento de envio de tropas, sobretudo de países como o Japão, que possui uma constituição pacifista. “A questão é o que o Japão deve fazer por iniciativa própria e o que é possível dentro de nosso marco legal, em vez do que é solicitado pelos Estados Unidos”, ressaltou a primeira-ministra, Sanae Takaichi.
Na véspera, o governo iraniano anunciou a reabertura do estreito para navios com bandeiras de outros países. No entanto, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, destacou que isso não vale para os Estados Unidos e Israel.
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