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🛒 As vendas no varejo surpreenderam os analistas em fevereiro.
Conforme dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (11), houve uma alta de 1% no segundo mês do ano. As vendas desaceleram em relação ao resultado de janeiro -quando houve 2,8% de avanço-, mas ainda ficaram acima da expectativa do mercado.
Com isso, na etapa anual o índice de alta cresceu 8,2%, registrando sua 9ª subida seguida. Considerando somente os dois primeiros meses de 2023 e 2024, a diferença foi positiva em 6,1%, segundo o instituto de pesquisas.
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Os números foram no sentindo inverso do que declarou o consenso LSEG, que tinha fechado expectativa de queda de 1% para as vendas de fevereiro.
Seis das oito atividades pesquisadas apresentaram variação positiva, sendo a categoria de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (9,9%) o maior deles. De acordo com Cristiano dos Santos, pesquisador do IBGE, essa categoria apresentou forte alta em razão dos produtos farmacêuticos, como a procura por repelentes para o mosquito da dengue, já que outros itens ficaram estáveis.
Artigos de uso pessoal e doméstico (4,8%), livros, jornais, revistas e papelaria (3,2%), móveis e eletrodomésticos (1,2%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,5%) e tecidos, vestuário e calçados (0,3%) aparecem na sequência.
“[Em artigos de uso pessoal e domésticos] o maior peso vem das lojas de departamentos. A gente teve [no passado] toda aquela questão da crise, com fechamento de lojas físicas de grandes marcas. E isso vem se recuperando, já com um segundo mês de alta. Mesmo antes dessa recuperação de janeiro e fevereiro, já estava crescendo o número de lojas físicas novamente”, explica Santos, em entrevista à Agência Brasil.
As únicas atividades do varejo que registraram queda foram combustíveis e lubrificantes (-2,7%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,2%).
No critério do varejo ampliado, que inclui os setores e materiais de construção e venda de veículos e peças, o avanço foi de 1,2%. O comércio de veículos cresceu 3,9%, enquanto a venda de materiais de construção caiu 0,2%.
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