Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
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🦾 O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, interrompeu, nesta quinta-feira (4), o andamento do julgamento de uma ação que solicita a destituição do mandato do senador Jorge Seif (PL-SC).
O TSE está avaliando um recurso apresentado pela coalizão Bora Trabalhar, composta por Patriota, União Brasil e PSD, contra a decisão do TRE-SC (Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina), que rejeitou a alegação de abuso de poder econômico por parte de Seif nas eleições de 2022. Moraes determinou que o julgamento seja retomado em 16 de abril.
A coalizão acusa o senador e seus suplentes, Hermes Klann e Adrian Rogers Censi, de abuso de poder econômico durante as eleições de 2022. A ação também envolve os empresários Luciano Hang, proprietário da rede de lojas Havan, e Almir Manoel Atanázio dos Santos, ex-presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista (SC).
De acordo com o grupo, Seif teria utilizado aeronaves da Havan de forma irregular para se deslocar pelo estado e participar de eventos de campanha, além de utilizar recursos materiais e humanos das lojas Havan para promover sua campanha e financiar propaganda ilegal em um evento municipal.
Durante a sessão desta quinta-feira, os votos não foram apresentados e a sessão foi suspensa. O Ministério Público Eleitoral defendeu a destituição da chapa e a realização de novas eleições.
O vice-procurador Alexandre Espinosa argumentou que houve evidências de abuso de poder econômico. Apesar do TRE-SC ter considerado que não houve gravidade na conduta de Seif, Espinosa destacou o uso da aeronave da empresa durante a pré-campanha com fins eleitorais pelo candidato eleito.
Espinosa também mencionou o apoio de Hang a Seif durante a campanha, bem como o uso dos canais oficiais de comunicação da rede para divulgar a agenda do então candidato.
O vice-procurador também citou o caso de cassação dos mandatos do prefeito e vice-prefeito de Brusque (SC), José Ari Vequi e Gilmar Doerner, respectivamente, por abuso de poder econômico durante as eleições municipais de 2020. O TSE decidiu cassar os mandatos e declarar a inelegibilidade de todos os envolvidos, incluindo Hang, para as próximas eleições realizadas nos oito anos subsequentes ao pleito de 2020.
A decisão do TSE reformou a decisão do TRE-SC, que considerou não haver provas suficientes para questionar a regularidade da disputa eleitoral e o equilíbrio do pleito, apesar da ampla divulgação de vídeos no Instagram por Hang em apoio aos candidatos na época.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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