Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
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Em painel nesta sexta-feira (30), a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, criticou a atuação do Congresso Nacional junto à previsão de despesas anuais. Segundo ela, parte do orçamento foi sequestrado das mãos do Executivo por meio das emendas parlamentares.
“Parte das despesas do Orçamento, que é livre, foi confiscada, sequestrada por um Congresso Nacional cada vez mais dependente do Orçamento, com um objetivo, muitas vezes, eleitoral”, afirmou.
Simone disse que não é contra o pagamento de emendas, mas defendeu que haja mais planejamento e transparência na forma como os valores são distribuídos. Ela também argumentou que os montantes pagos para cada parlamentar devem ser revistos.
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"Não sou contra emenda parlamentar, mas não emenda que dê direito a uma única pessoa manusear R$ 60 milhões todos os anos sem nenhum planejamento, sem atender ao interesse da sociedade, sem saber se está chegando na ponta o remédio, sem saber se aquilo é realmente interesse do governador, que precisa juntar o dinheiro para dar contrapartida para o governo federal fazer casa para as pessoas”, continuou.
Ela ainda comentou os motivos pelos quais aceitou ser ministra neste terceiro mandato de Lula. Segundo a ministra, um dos objetivos era mudar a cultura de falta de planejamento orçamentário.
“Não conseguimos tirar do papel um projeto de planejamento de longo prazo de 25 anos do Brasil. O país nunca teve. Provavelmente, este ano vai ser o primeiro, porque nós tivemos a autorização do presidente Lula para elaborar a estratégia até 2050, e ela está pronta”, adiantou.
Tebet aproveitou o espaço para falar sobre o seu futuro dentro do governo Lula. Ela está na lista de ministros que devem deixar a Esplanada para disputar algum cargo nas eleições gerais, marcadas para outubro deste ano.
Nos bastidores, ela é cotada para ao menos duas candidaturas: governadora ou senadora de São Paulo. Para isso, ela precisaria trocar o domicílio eleitoral e, eventualmente, mudar de partido — atualmente, ela é filiada ao MDB.
“Eu entendo que São Paulo tem dois nomes de peso relevantes, que são o ministro da Fazenda [Fernando Haddad] e o vice-presidente Geraldo Alckmin. É um projeto coletivo e exige algumas movimentações que precisam ser feitas dentro e fora dos partidos políticos”, comentou ela, durante o lançamento do Observatório da Qualidade do Gasto Público.
“Não chegamos nesse detalhe, se vai ser candidatura ao Senado, ao governo, no Mato Grosso do Sul ou em São Paulo. A certeza é que eu não permaneço no ministério e sou candidata a alguma coisa no processo de 2026”, finalizou.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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