Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Todos os anos, uma discussão volta à Esplanada dos Ministérios: o pagamento de precatórios. Essas são dívidas emitidas pelo poder Judiciário que devem ser pagas pelo governo federal.
Durante evento nesta sexta-feira (24), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que vai pagar todos os precatórios em aberto. Ele destacou que, ainda que não concorde com as decisões judiciais, é preciso manter a credibilidade da instituição pública.
“Eu prefiro ficar com a pecha de quem está gastando demais do que com a pecha de caloteiro, é assim que eu funciono", afirmou Haddad. "Há de fato, o apreço ao Direito, à Justiça e as instituições. Como prefeito [de São Paulo] fiz mais do que como ministro da Fazenda: pagava o fluxo e resgatava os precatórios da cidade", continuou.
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A fala do ministro veio no contexto de críticas que teceu ao governo de Jair Bolsonaro, que aprovou a PEC dos Precatórios, abrindo caminho para a prorrogação do pagamento dessas dívidas para as gestões posteriores. Quando assumiu o Planalto, o governo Lula já tinha uma dívida de R$ 141,7 bilhões apenas com esses processos.
Para tentar controlar essa dívida -que em muitos casos é corrigida pela taxa básica de juros-, o governo adotou uma postura de pagamentos graduais. No entanto, esses valores ficaram fora do teto de gastos, o que preocupa grande parte dos especialistas.
"Essa emenda recém-promulgada, quero dizer que a única participação da Fazenda foi pedir para não mexer nos precatórios federais. Ou seja, nós repudiamos o calote que foi dado no governo anterior e não queremos seguir esse caminho", disse o ministro no evento.
O chefe da área economica ainda aproveitou o momento para falar sobre as perspectivas do Planalto e destacou que há conquistas significativas. No entanto, ponderou que os dados já públicos não são suficientes para agradar a todos.
"Vamos ter a menor taxa de inflação dos últimos quatro anos da história. Vamos entregar a menor taxa de desemprego do país". “[Apesar disso] olhamos o jornal e parece que o país vai acabar", disse. “Buscamos bons resultados nesses quatro anos, mas nunca vamos agradar todo mundo”, completou.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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