Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Nesta quarta-feira (2), o governo Lula deu aval para que o Ministério dos Transportes inicie estudos para acabar com a obrigatoriedade das aulas em autoescolas para emissão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação). A pasta deve abrir uma consulta pública nos próximos dias para avaliar a opinião da população sobre o assunto.
A ideia do projeto é derrubar a regra que hoje prevê as 45 horas de aulas teóricas e 20 horas de aulas práticas antes dos exames técnicos e psicológicos. Na prática, os interessados poderão escolher entre aprender a dirigir com uma autoescola ou com instrutor autonômo, negociando os preços individualmente.
Caso a proposta avance, no primeiro momento será exclusiva para as categorias A (moto) e B (carro), que são as mais procuradas no país. O governo estima que isso deve reduzir em até 80% o custo para emissão do documento, que hoje varia entre R$ 3 mil e R$ 4 mil.
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“Para a parte teórica, não será obrigado o mínimo de aula. Para aula prática, nós estamos discutindo reduzir a quantidade mínima, que hoje são 20 horas. A maior parte das pessoas usa muito menos do que isso. Então será mais simples para o cidadão de maneira geral”, afirmou o ministro dos Transportes, Renan Filho.
Embora não seja o caso do Brasil, diversos países não obrigam que os aspirantes a motoristas busquem uma autoescola para tirar a habilitação. Em vez disso, eles podem optar por se preparar por outros meios para prestar o exame e, posteriormente, receber a autorização para dirigir.
Entidades que representam o setor de auto escolas contestam a proposta do governo dizendo que ela pode colocar em risco mais de 15 mil empresas e 300 mil empregos. A Feneauto (Federação Nacional das Autoescolas) destacou que o custo estimado pelo governo está acima da média do mercado.
"Estudo técnico promovido pela própria Senatran aponta para a média de R$ 1.350 a formação teórica e de prática veicular nos estados", diz a entidade.
Já o governo diz que não está acabando com as autoescolas, mas tentando reduzir o custo do documento. O chefe dos Transportes ainda alega que a obrigatoriedade da autoescola está servindo como uma barreira para quem quer tirar a habilitação, considerando que há mais de 20 milhões de pessoas que dirigem sem autorização no país.
“Não estamos acabando com a autoescola; estamos transformando em facultativa. A autoescola que for boa e que prestar um curso de qualidade vai permanecer. Vai continuar tendo demanda pela instrução em vários níveis", disse Filho.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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