Agora só depende da aprovação ou recusa do presidente Lula a validade de um projeto de lei que cria novos cargos no funcionalismo público federal, além de melhorar salários e reestruturar carreiras existentes, tudo isso ao custo de R$ 5,3 bilhões em 2026.
Os senadores aprovaram na noite desta terça-feira (10) a reorganização de carreiras do serviço público federal, abrindo espaço para novas funções administrativas na Esplanada dos Ministérios, proposta que já havia sido votada na Câmara dos Deputados.
Um dos novos cargos criados é a figura do Analista Técnico do Poder Executivo, caracterizada como uma carreira transversal de nível superior, englobando o suporte técnico e administrativo da máquina pública.
Na prática, se promove a oferta de 66 cargos de Analista Técnico do Poder Executivo, cujas atribuições estão emaranhadas em outras carreiras já previstas no funcionalismo público federal, como administrador, arquivista, bibliotecário, contador e técnico em comunicação social. A justificativa dos políticos é a redução de distorções remuneratórias e maior trânsito dos servidores na Esplanada dos Ministérios.
Entre as jabuticabas presentes dentro do projeto de lei está a criação também do Instituto Federal do Sertão Paraibano, que será instalado na região de Patos, município do interior da Paraíba, berço político do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos/Paraíba). O parlamentar acompanhou a votação da matéria no Senado.