Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), vai devolver a MP (Medida Provisória) do governo federal que altera regras para o uso de créditos do PIS/Cofins. Como chefe da Casa, Pacheco pode devolver textos que considere que não atenda critérios legais.
"Com absoluto respeito à prerrogativa do Executivo e do presidente da República na edição de MPs, o que se observa nessa MP, no que toca a parte de compensação de PIS e Cofins, é o descumprimento dessa regra [anterioridade], o que impõe a esta Presidência do Congresso impugnar essa matéria com a devolução desses dispositivos para a Presidência da República", afirmou Pacheco.
A MP foi editada pelo governo federal como forma de compensar as perdas fiscais que terá com a desoneração da folha de pagamento de 17 setores. Entre vários pontos, a mudança inclui a limitação do uso de créditos de PIS/Confins para abater outros tributos.
Na análise do Planalto, o texto poderia aumentar a arrecadação em até R$ 29 bilhões, enquanto a desoneração custa cerca de R$ 26 bilhões aos cofres da União.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Embora ainda haja dúvidas se os juros podem permanecer em 14,75% ao ano, o Investidor10 apresenta as projeções para a renda fixa