Só no mercado físico, as
barras de ouro subiam +2% e valiam US$ 5.063,88 por onça-troy (unidade de peso equivalente a 31 gramas). Já os contratos futuros da commodity dourada com vencimento em abril se apreciavam +2,2%, alcançando os US$ 5.087,10 por onça-troy.
Também na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os contratos futuros da prata, com vencimento em março, se recuperavam +7,09%, batendo os US$ 82,33 por onça-troy. No pior momento da pressão vendedora dos últimos pregões, o
metal precioso chegou a valer apenas US$ 70 por onça-troy.
À medida que o dólar abriu a semana perdendo força no mundo, dado o recuo de quase -1% do índice DXY (o desempenho da moeda americana contra uma cesta de moedas estrangeiras de países de primeiro mundo), os investidores globais voltaram a recompor suas carteiras com
ouro e
prata, além das expectativas diante da divulgação do payroll no próximo dia 13 de fevereiro.
Enquanto isso, o
ETF GOLD11, investimento negociado na B3 que reflete os preços das
barras de ouro, se valorizava +1,56% hoje, ao redor de R$ 27,34 por cota. Já as ações da mineradora de ouro
Aura Minerals (AURA33) escalavam +7,44%, negociadas por R$ 122,82 cada. Só no acumulado de 2026, a empresa se apreciava quase +40%.
Olhando para as opções de investimentos no exterior, o famoso
ETF IAU, que replica o preço do
ouro físico, avançava +2,08%, com suas cotas valendo US$ 95,17 cada. Por sua vez, o
ETF SLV, que espelha a cotação da prata, saltava +7,11%, alcançando os US$ 75,18 por cota.
Já o
ETF GDXJ, investimento que replica uma cesta de mineradoras de ouro júnior com alto potencial, disparava +5,55%, batendo US$ 135,69 por cota. Ao mesmo tempo, o
ETF SILJ, que segue o desempenho das mineradoras de prata júnior, se apreciava +5,19%, encostando nos US$ 34,47 por cota.