Pela primeira vez na história, a
cotação do ouro ficou acima dos US$ 4.800 por onça-troy (unidade de peso equivalente a cerca de 31 gramas) nesta quarta-feira (21). Afinal de contas, não só investidores pessoas físicas como também os bancos centrais mundo afora recorrem ao metal precioso em
tempos de incertezas geopolíticas.
Os contratos futuros de
ouro com vencimento em fevereiro, aqueles com maior liquidez na divisão de metais da Bolsa de Derivativos e Commodities de Nova York (Nymex), tiveram valorização de +1,50% hoje, valendo US$ 4.837,50 por onça-troy. Já os contratos futuros da
prata com vencimento em março cederam -2,11%, negociados por US$ 92,63 por onça-troy.
Contudo, Trump não abriu mão de seguir tentando anexar a maior ilha do mundo por meio da compra em dinheiro, o que tem feito a União Europeia cogitar o uso da
"bazuca comercial" contra as empresas americanas.
Na véspera, tanto o
ouro quanto a
prata apreciaram ganhos percentuais mais relevantes, por isso, muitos investimentos atrelados aos dois metais preciosos realizavam lucros nesta quarta-feira. As ações da mineradora
Aura Minerals (AURA33), listadas aqui no Brasil, acumulam
lucro de quase +30% só em 2026.
O
ETF GDXJ, investimento que aplica nas mineradoras júnior de ouro com maior potencial de crescimento no mundo, viu suas cotas caírem -1,79% neste pregão. Já o
ETF SILJ, que replica o desempenho das mineradoras júnior de prata, retrocedia -2,18%. Segundo dados do
Investidor10, no acumulado dos últimos 12 meses, ambos
ETFs Americanos registram
ganhos de +195% e +234%, respectivamente.