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🔎 A ex-primeira-dama Michele Bolsonaro (PL) possui uma taxa de rejeição semelhante à do ex-presidente Jair Bolsonaro nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Goiás, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (11).
Esses estados são governados por aliados do bolsonarismo que são potenciais candidatos à presidência em 2026, ano em que Bolsonaro está inelegível. O cenário desfavorável para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se mantém em todos esses estados, com exceção de Minas Gerais.
A pesquisa examinou a porcentagem de eleitores que votariam ou que não votariam de forma alguma em certos candidatos em uma eleição presidencial em 2026. Não há um sucessor claro para o bolsonarismo. Os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Romeu Zema (Novo-MG), Ratinho Junior (PSD-PR) e Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) lideram em seus respectivos estados, mas são superados por Lula, Bolsonaro, Michele e o ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) em outras regiões.
Dentro do bolsonarismo, Tarcísio apresenta a situação mais favorável, liderando em São Paulo e com mais de 20% de intenção de voto em outras regiões, com baixa rejeição, sempre menor que a de Michele. Nenhum outro governador atingiu mais de 20% fora de sua base.
Michele Bolsonaro carrega a rejeição do marido, mas não tem o mesmo potencial de voto que ele. Em São Paulo, onde Tarcísio tem 49% de intenção de voto e Lula 43%, Michele perde dez pontos percentuais em relação aos 38% de Bolsonaro, superada por Haddad, com 35%. O paranaense Ratinho Junior, filho do apresentador Ratinho, obteve 19% de possível voto dos paulistas. Zema chegou a 13% e Caiado a 9%.
Em Minas Gerais, Lula tem o maior potencial de voto após Zema, que alcançou 54% de intenção de voto, enquanto Lula teve 47%, Bolsonaro 40%, Haddad 29% e Michele 28%. Tarcísio obteve 21% entre os mineiros, Ratinho Jr ficou com 14% e Caiado com 11%.
No Paraná e em Goiás, Ratinho Júnior e Caiado atingiram mais de 70% de intenção de voto. Bolsonaro teria metade do eleitorado desses estados, caso pudesse concorrer, nove a dez pontos percentuais a mais que sua esposa. Michele supera Lula no Paraná (41% contra 39%), mas Lula lidera em Goiás (43% contra 39%).
Lula teve uma rejeição menor que Bolsonaro apenas em Minas Gerais (48% contra 54%) e São Paulo (51% contra 52%). Michele é rejeitada por 49% dos paulistas, 51% dos mineiros, 43% dos paranaenses e 42% dos goianos.
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