Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
🚨 O governo federal vai encaminhar ao Congresso Nacional um pedido para excluir da meta fiscal de 2025 um total de R$ 9,5 bilhões referentes a medidas do pacote de apoio a empresas afetadas pelo chamado tarifaço dos Estados Unidos.
O valor corresponde ao aporte em fundos garantidores e à devolução de impostos a exportadores via programa Reintegra, segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.
A decisão marca uma mudança em relação ao que havia sido dito pelo ministro Fernando Haddad na terça-feira (12).
Na ocasião, ele afirmou que as ações seriam contabilizadas no cálculo da meta fiscal — o saldo entre receitas e despesas, sem considerar juros da dívida —, mesmo sendo custeadas com crédito extraordinário, fora do limite de gastos do arcabouço fiscal.
De acordo com Durigan, a revisão ocorreu após incluir o impacto tributário do Reintegra nas contas. Estima-se que a renúncia fiscal chegue a até R$ 5 bilhões, valor que não estava contemplado no planejamento inicial.
Ele explicou que a proposta de exclusão, conhecida como waiver, foi construída em diálogo com o Tribunal de Contas da União (TCU) e com lideranças do Congresso, como os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
“Esse parece ser um caminho sugerido e bem aceito por todos. Vamos trabalhar com o Congresso, via projeto de lei complementar, para garantir essa exclusão da meta”, afirmou Durigan.
➡️ Leia mais: Elétricas ganham força na bolsa e banco lista as mais atrativas para investir
O pacote de contingência foi anunciado para mitigar os efeitos da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos a determinados produtos brasileiros. A iniciativa inclui:
O objetivo é sustentar setores estratégicos, preservar empregos e reduzir perdas econômicas em meio à queda de competitividade no mercado norte-americano.
Segundo Durigan, o governo ainda definirá quais setores terão prioridade no uso dos benefícios. Alguns segmentos, que inicialmente sentiram o impacto das tarifas, já conseguiram se reposicionar no mercado internacional, encontrando novos destinos para seus produtos.
O secretário ressaltou que o diferimento de impostos — adiamento do pagamento — será usado de forma conservadora para evitar pressão sobre as contas públicas de 2025.
O secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, acrescentou que a concessão dos benefícios estará condicionada à manutenção de empregos pelas empresas contempladas, com análise caso a caso.
“Teremos critérios de priorização e vamos exigir contrapartidas para proteger postos de trabalho”, destacou.
💲 A proposta de exclusão dos R$ 9,5 bilhões da meta fiscal será enviada ao Legislativo por meio de um projeto de lei complementar. A medida precisa ser aprovada para que o valor não pese no cumprimento das metas fiscais estabelecidas para este ano.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Embora ainda haja dúvidas se os juros podem permanecer em 14,75% ao ano, o Investidor10 apresenta as projeções para a renda fixa