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📉 O mercado parece ter recebido com ânimo a notícia da aprovação de Gabriel Galípolo como presidente do Banco Central. Os principais índices futuros recuaram no fim do dia, logo após a sabatina no Senado Federal.
A taxa DI para janeiro de 2025, por exemplo, recuou e fechou em 11,086% em comparação com os 11,088% anteriores. Para um ano depois, janeiro de 2026, a baixa foi de 12,332% para 12,3%, segundo dados da bolsa de valores.
Galípolo primeiro passou por uma sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos, onde foi aprovado por unanimidade entre os membros. Depois, seu nome seguiu para o Plenário da Casa, onde recebeu 66 votos favoráveis e 5 contrários.
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A aprovação dele para ocupar o cargo que hoje é de Campos Neto já era esperado pelo mercado, considerando que ele já havia sido aprovado anteriormente para ser diretor de Política Monetária. A Febraban (Federação dos Bancos) disse que vê como “muito promissor” o mandato que começa em janeiro de 2025.
“Reiteramos que vemos com muito promissor o futuro mandato à frente da autoridade monetária, desejando sucesso a Gabriel Galípolo como novo presidente daquela instituição. Aproveito para registrar a forma serena e institucional com que Roberto Campos Neto vem conduzindo a transição no Banco Central”, disse nota publicada durante a noite.
Aos 42 anos, Galípolo é a pessoa mais jovem a assumir o BC neste século. Ele terá um mandato de quatro anos à frente da autarquia, conforme prevê a legislação que deu autonomia ao Banco Central.
Durante sua gestão, ele terá desafios complexos, como fixar a meta da inflação e impor medidas -algumas impopulares- para segui-la.
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