Barsi da Faria Lima faz o alerta: Selic em 2025 subirá a 'patamares esquecidos'
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O ministro da Fazendo, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (25) que as medidas para o corte de gastos já estão definidas. Segundo ele, o Planalto deve anunciar os termos nesta semana, mas não cravou qual o dia ou a hora para isso.
💸 “O mais importante é que a reunião de hoje foi definitiva, fechamos um entendimento no governo, o presidente já decidiu as últimas pendências”, afirmou. “Depende agora do Planalto entrar em contato com Senado e Câmara. Está tudo redigido”.
O pacote de ajuste fiscal vem se arrastando há algumas semanas, sem uma definição concreta por parte do governo federal. Bancos e casas de análises estimam que o governo precise cortar até R$ 40 bilhões para fechar as contas de 2024 em dia.
Segundo o último Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado na última sexta-feira (22), o rombo nas contas públicas chega a R$ 28,7 bilhões. Esse número está bem próximo do teto da meta fiscal que é de zerar o déficit fiscal do país.
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O déficit primário chegou a R$ 65,3 bilhões, considerando um bloqueio de R$ 6 bilhões feito pelo governo na semana passada. Também foi preciso, ao longo de 2024, outros bloqueios que totalizaram R$ 13,3 bilhões.
O governo argumenta que foi preciso desembolsar recursos para enfrentar situações específicas que aconteceram em 2024. É citado o exemplo da situação de calamidade pública no Rio Grande do Sul, quando foram consumidos R$ 33,6 bilhões de fora do orçamento.
“As expectativas nossas e do ponto de vista do cumprimento de meta, conforme a LDO, nós estamos desde o começo do ano reafirmando, contra todos os prognósticos, não vai haver alteração de meta do resultado primário”, afirmou Haddad na última semana.
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