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Os impactos dos ataques terroristas do Hamas a Israel devem ser limitados em relação a economia brasileira, segundo técnicos do Ministério da Fazenda. Segundo a equipe econômica, a guerra em Israel deve ter efeitos maiores sobre a oscilação do preço do petróleo. As informações são do "Valor Econômico" e foram publicadas nesta segunda-feira (9).
Em um primeiro cenário, com a guerra restrita a Israel e Palestina, o impacto pode ser na alta de preços do petróleo. Esse impacto, entretanto, ocorrerá apenas se "a comunidade árabe colocar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) como instrumento de Guerra, cortando a produção", segundo uma fonte da Fazenda, consultada pelo jornal.
Caso isso aconteça, o custo da energia poderia aumentar também, já que é um insumo básico da produção.
Em outro caso, com o envolvimento de mais países na guerra em Israel, como China, EUA e Rússia, o impacto seria maior, já que geraria mais incertezas e amplas repercussões na economia e nas atividades de outros países.
A fonte da pasta econômica destacou que o mais provável é que aconteça "alguma oscilação de mercado no preço do petróleo", baseada nas especulações e possibilidades que a guerra pode gerar. Mesmo assim, o impacto deve ser limitado.
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