EUA preparam operações militares que podem durar semanas contra o Irã

Segundo as fontes, o planejamento considerou um cenário de conflito mais amplo do que confrontos anteriores entre os dois países.

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Publicado em 14/02/2026 às 10:25h - Atualizado 2 minutos atrás Publicado em 14/02/2026 às 10:25h Atualizado 2 minutos atrás por Matheus Silva
A informação foi divulgada por duas autoridades norte americanas à Reuters (Imagem: Shutterstock)
A informação foi divulgada por duas autoridades norte americanas à Reuters (Imagem: Shutterstock)
🚨 As Forças Armadas dos Estados Unidos estão se preparando para a possibilidade de operações militares que podem se estender por semanas contra o Irã, caso o presidente Donald Trump autorize uma ofensiva. 
A informação foi divulgada por duas autoridades norte americanas à Reuters, sob condição de anonimato.
Segundo as fontes, o planejamento considera um cenário de conflito mais amplo do que confrontos anteriores entre os dois países, elevando a tensão em um momento em que há tentativas diplomáticas em andamento.

Diplomacia e reforço militar

Na semana passada, diplomatas dos Estados Unidos e do Irã se reuniram em Omã com o objetivo de retomar negociações relacionadas ao programa nuclear iraniano. As conversas ocorreram em meio ao aumento da presença militar norte americana na região.
Autoridades relataram nesta sexta-feira (13) que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos enviará um porta aviões adicional ao Oriente Médio, além de milhares de soldados, caças e contratorpedeiros com mísseis guiados.
Em discurso a tropas na Carolina do Norte, Trump afirmou que “tem sido difícil chegar a um acordo” com o Irã. “Às vezes você tem que ter medo. Essa é a única coisa que realmente vai resolver a situação”, declarou.
A porta voz da Casa Branca, Anna Kelly, afirmou que o presidente mantém “todas as opções em aberto” em relação ao Irã e que a decisão final será baseada na segurança nacional dos Estados Unidos. O Pentágono não comentou oficialmente os preparativos.
📊 O cenário aumenta a incerteza geopolítica no Oriente Médio e pode ter reflexos nos mercados globais, especialmente em ativos ligados a energia e commodities.