Não é segredo para quem está ligado no noticiário do mercado financeiro que a
cotação do ouro está em pleno rali positivo em 2026. Inclusive nesta quinta-feira (22), os contratos futuros da commodity dourada com vencimento em fevereiro saltaram +1,6% na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), valendo
US$ 4.913,40 por onça-troy (unidade de peso equivalente a 31 gramas).
Existem diversas formas de os investidores adicionarem o
ouro à carteira, desde a aplicação direta em contratos futuros de ouro ou
ETFs que espelhem tais derivativos, caso do famoso
GOLD11, negociado aqui mesmo na bolsa de valores brasileira. Lá fora, o maior ETF do mundo a replicar a cotação do metal precioso é o
IAU, que nos últimos 12 meses se valorizou +72% em dólares.
Todavia, uma das alternativas mais rentáveis e diversificadas de se expor ao ouro é mediante o
VanEck Junior Gold Miners ETF (GDXJ), investimento que aplica o dinheiro dos cotistas em quase 100 mineradoras de ouro júnior ao redor do mundo com alto potencial de crescimento.
Apenas em 2026, as cotas do
ETF GDXJ acumulam valorização de +25%, bem acima dos +14% entregues pelo renomado
ETF IAU, ambos listados na bolsa de valores americana. Fora que apenas o
ETF GDXJ paga
dividendos em dólar anualmente aos cotistas, como parte da distribuição de lurcros das mineradoras em sua carteira. Nem contratos futuros de ouro e nem barras físicas do metal dourado geram renda passiva aos investidores.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido US$ 1 mil há dez anos no
ETF GDXJ, que aplica nas mineradoras de ouro, você teria hoje
US$ 8.801,66, já considerando o reinvestimento dos
dividendos em dólar. A simulação também aponta que o
ETF IAU, que aplica em contratos futuros de ouro, retornaria
US$ 4.180,67 nas mesmas condições.