Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Ao menos neste momento, algumas das principais big techs dos Estados Unidos podem respirar aliviadas. Isso porque o presidente Donald Trump isentou produtos eletrônicos do tarifaço promulgado na última semana.
📱 A expectativa é que smartphones, computadores, chips de processamento e outros dispositivos deste segmento sejam beneficiados pela decisão do governo federal em aviso emitido pela Alfândega e Proteção de Fronteiras. Segundo um documento publicado na sexta-feira (11), esses itens devem ficar de fora da taxação de 145% feita sobre produtos que chegam da China.
Uma das empresas mais afetadas pela reação dos EUA era a Apple que podia ver o preço dos seus produtos aumentando mais de 30%. Com mais de 90% da produção estabelecida na China, a empresa chegou a embarcar um avião cheio de smartphones, segundo noticiou a imprensa norte-americana, na tentativa de se proteger dos primeiros impactos da decisão.
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A empresa tinha um estoque nos EUA disponível para até seis semanas, tempo em que os preços de iPhones, por exemplo, poderiam continuar iguais. Depois disso, os produtos já estariam com novos valores influenciados pela taxação adicional, que seria repassada aos consumidores.
Ainda não está claro se essa é uma decisão definitiva ou se é temporário. Nas últimas semanas, Trump assinou várias ordens e depois voltou atrás de acordo com a reação do mercado global.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Embora ainda haja dúvidas se os juros podem permanecer em 14,75% ao ano, o Investidor10 apresenta as projeções para a renda fixa