Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
🗳️ Diferente das grandes cidades, como SP e RJ, que tem dezenas de candidatos a prefeitura, ao menos 214 municípios terão candidaturas únicas nas próximas eleições. O número é quase o dobro do registrado em 2020, quando 108 estavam enquadradas nesta categoria.
Os dados foram compilados pela Confederação Nacional dos Municípios, que destaca que a média populacional desses municípios é de 6,7 mil habitantes. Na prática, 1,6 milhão de pessoas não vão escolher seus próximos prefeitos.
Em entrevista a Agência Brasil, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, comenta que as razões para isso são muitas, mas há desafios que desencorajam que mais pessoas se postulem aos cargos eletivos em cidades pequenas.
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“Não falo apenas da falta de recursos financeiros e de apoio técnico. As dificuldades incluem questões burocráticas e entraves jurídicos, que tornam a vida pública muito penosa na ponta”, destacou.
As cidades com apenas duas candidaturas também cresceram nessas eleições, alcançando mais da metade de todos os municípios do país. Embora os eleitores possam escolher entre duas pessoas, esse formato também é um problema porque expressa falta de representatividade, conforme avalia a assessora política do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos), Carmela Zigoni.
“A baixa representatividade também é nociva, pois isso pode reforçar dinâmicas de poder já estabelecidas, comprometendo a diversidade de ideias e novas propostas políticas para a melhoria das cidades”.
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