Barsi da Faria Lima faz o alerta: Selic em 2025 subirá a 'patamares esquecidos'
Fundo Verde, liderado por Luis Stuhlberger, já acumula valorização superior a 26.000% desde 1997 e revela estratégia de investimentos para este ano
O Grupo Comporte arrematou três linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) pelo prazo de 25 anos. A decisão saiu nesta sexta-feira (28), depois de um leilão realizado na sede da B3, em São Paulo.
🚈 A empresa vencedora ofereceu um desconto de 2,5% nas contraprestações que o governo de São Paulo deverá pagar mensalmente. A estimativa é que o desembolso estatal fique na faixa de R$ 1,5 bilhão por ano.
Em contrapartida, será responsável pelas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, que circulam pela Região Metropolitana de São Paulo. O leilão da CPTM contempla uma rede ferroviária com centenas de quilômetros, por onde trafegam mais de 1 milhão de pessoas por dia.
É também uma importante rota para quem vai viajar, pois inclui o Expresso Aeroporto, linha que liga o centro de São Paulo ao terminal aéreo internacional.
🍖 Leia mais: Em visita oficial de Lula, Vietnã reabre mercado para carne brasileira
Uma das empresas que concorriam era a CCR, já responsável por outras linhas do Metrô e da CPTM. A companhia, no entanto, saiu derrotada, depois de oferecer um deságio de 1,45%.
O Grupo Comporte não é novato em leilões de concessões feitos pelo governo de São Paulo. A holding já é responsável pelo Trem Intercidades, que deve ligar as cidades de São Paulo e Campinas.
O grupo foi criado por Nenê Constantino, fundador da companhia aérea Gol, em 2002 e mantém participações em diversas companhias. A maior parte do portfólio do Comporte está no setor de transporte, com destaque para empresas como Viação Piracicabana e Expresso União.
Com o leilão dessas linhas da CPTM, agora o estado é responsável por apenas 37 km, enquanto a iniciativa privada toma conta de 233 km. Essa foi uma promessa de campanha do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) que prometeu conceder todas as linhas à iniciativa privada durante a sua gestão.
Agora, apenas a linha 10-Turquesa, que liga o ABC ao centro de São Paulo, segue sob responsabilidade da empresa pública. No entanto, o ramal deve passar por leilão ainda neste ano, conforme cronograma do governo estadual.
Fundo Verde, liderado por Luis Stuhlberger, já acumula valorização superior a 26.000% desde 1997 e revela estratégia de investimentos para este ano
Emissão de debêntures e mercado secundário de renda fixa batem recordes entre janeiro e setembro, diz Anbima