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A Cemig (CMIG3), em comunicado ao mercado, na noite da última quarta-feira (22), disse que a federalização de empresas para abater dívidas do Estado de Minas Gerais trata-se de "um processo sem qualquer participação da Cemig, que, se em curso, tramita em âmbito externo da companhia".
A Cemig ainda destacou que não tem conhecimento do assunto, para além do que foi divulgado pela mídia.
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Uma matéria publicada pela "Folha de S. Paulo", na última sexta-feira (18), afirmava o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), visava repassar ativos do Estado de Minas para equacionar a dívida do Estado com a União. Dessa forma, empresas como a Cemig e a Copasa seriam repassadas ao Governo Federal.
A publicação informava também que o tema já havia sido debatido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, também estaria participando das negociações.
A Cemig, empresa que atua na geração, transmissão e distribuição de energia, foi criada e é controlada pelo governo de Minas Gerais, detentor de 50,97% de participação acionária com direito a voto na companhia.
As ações preferenciais da Cemig (CMIG4) fecharam em queda de 9,71%, cotadas a R$ 11,35, na última quarta (22). Os papéis caíram após a notícia de que Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, teria concordado com a proposta de repassar ativos de Minas Gerais para a União. As ações ordinárias da Cemig chegaram a cair pouco mais de 5%, mas fecharam em 2,83%, a R$ 18,17.
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