Bolsonaro passa mal na prisão e é levado para o hospital

O ex-presidente teve uma nova crise de vômitos e calafrios, segundo Flávio Bolsonaro.

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Publicado em 13/03/2026 às 09:30h - Atualizado 6 minutos atrás Publicado em 13/03/2026 às 09:30h Atualizado 6 minutos atrás por Marina Barbosa
Bolsonaro cumpre pena de prisão na Papudinha (Imagem: Shutterstock)
Bolsonaro cumpre pena de prisão na Papudinha (Imagem: Shutterstock)
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi levado ao hospital na manhã desta sexta-feira (13), após passar mal na prisão.
Bolsonaro acordou com calafrios e vomitou bastante, segundo o senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). Por isso, foi transferido para o Hospital DF Star, em Brasília.
"Acabo de receber a notícia de que meu pai Jair Bolsonaro está a caminho do hospital, mais uma vez…", publicou Flávio nas redes sociais, pedindo "orações para que não seja nada grave".

Papudinha

Bolsonaro está preso desde o início do ano no 19º Batalhão da Polícia Militar, que fica no Complexo Penitenciário da Papuda e é conhecido como Papudinha.
Ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e começou a cumprir a pena na Superintendência da Polícia Federal. Porém, foi transferido para a Papudinha após queixar-se das condições oferecidas pela Polícia Federal.
Na Papudinha, Bolsonaro ocupa uma sala com 54 metros quadrados e conta com atendimento médico em tempo integral.
Nesta sexta-feira (13), no entanto, a avaliação foi de que as instalações médicas da prisão não eram suficientes para tratar do seu quadro clínico. 

Outras crises

O ex-presidente já teve outra crise de vômitos na prisão, segundo relatos publicados por seus filhos nas redes sociais. Antes disso, já foi hospitalizado e fez até cirurgias para tentar conter o problema.
Aos 70 anos, Bolsonaro sofre com problemas decorrentes da facada que levou na campanha eleitoral de 2018. Por isso, os seus advogados pedem que ele cumpra a pena de prisão em regime domiciliar. Os pedidos apresentados até então, no entanto, foram negados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).