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Banco do Nordeste (BNBR3) foi alvo de um ataque hacker e, por isso, decidiu suspender temporariamente as transações via Pix.
🏦 A instituição ainda apura a extensão do incidente de segurança cibernética, que atingiu a infraestrutura das transações Pix. Contudo, garantiu que não houve vazamento de dados ou prejuízo para os clientes.
Segundo o BNB, o Pix foi suspenso temporariamente para uma "análise mais detalhada das causas do evento e seus impactos" e suas equipes trabalham para a "retomada segura das transações Pix o mais breve possível".
"Imediatamente após a identificação, a Companhia ativou seus protocolos de segurança e controle e suas equipes técnicas estão trabalhando e mantendo comunicação com o Banco Central para analisar a extensão do ocorrido e restaurar as operações de forma segura", informou.
Em comunicado, o Banco do Nordeste ainda reafirmou o compromisso com a segurança da informação e a transparência, prometendo manter o mercado informado acerca de eventuais desdobramentos do incidente.
1ª ocorrência do ano
O BC (Banco Central), que monitora as ocorrências com o Pix, ainda não se posicionou sobre o assunto.
O último problema registrado pelo BC foi em julho de 2025, quando um incidente de segurança em um sistema do poder Judiciário levou ao vazamento de 46,9 milhões de chaves Pix registradas no nome de 11 milhões de pessoas. Foi o maior vazamento de dados da história do Pix.
Segundo os dados do BC, o BNB ainda não havia registrado nenhuma ocorrência relacionada ao Pix. A instituição tinha pouco mais de 11 milhões de clientes ao final de 2025.