Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
O Banco Central do Brasil divulgou, nesta quinta-feira (28), o relatório Trimestral de Inflação (RTI). O banco aumentou a projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) em 2023 de 2% para 2,9%. Para 2024, a expectativa é de um crescimento de 1,8% na economia brasileira.
Segundo o Banco Central, a revisão nos números para este ano foi influenciada pela surpresa positiva no segundo trimestre e, em menor escala, de previsões um pouco mais favoráveis para a evolução da indústria, de serviços e também do consumo das famílias nos últimos seis meses do ano.
"A elevada surpresa positiva do PIB no segundo trimestre aumentou o carregamento estatístico para 2023, contribuindo significativamente para a alta na previsão de crescimento da atividade econômica nesse ano", informou o BC.
O relatório também informa que existe uma tendência de alta para o consumo das famílias (de 1,6% para 2,8%) e do governo (de 1% para 1,8%). De acordo com o Banco Central, mesmo com a possibilidade de melhora no cenário econômico, a atividade econômica deve crescer em um ritmo mais lento nos próximos trimestres e ao longo de 2024 do que o observado durante o primeiro semestre deste ano.
A probabilidade de o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) terminar o ano acima do teto estimado é de 67%, de acordo com as previsões feitas pelo BC. Para o ano que vem, a chance de ficar acima é de 24%. Para 2025, a probabilidade de ficar acima do teto é de 25%. As metas de inflação são de 3,25% neste ano e 3% em 2024, 2025 e 2026.
O cenário acima considera as taxa de juros previstas pelo Boletim Focus para os anos em questão.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Embora ainda haja dúvidas se os juros podem permanecer em 14,75% ao ano, o Investidor10 apresenta as projeções para a renda fixa