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Um dos estados mais envolvidos em polêmicas com a Justiça é o Rio de Janeiro. A maioria dos últimos governadores já foi presa, apontada por diversos crimes, como corrupção e ligação com o crime organizado.
Nesta semana, um dos quadros em atividade na gestão do atual governador Cláudio Castro (PL) veio a público fazer uma afirmação bastante curiosa. O advogado Victor Travancas, assessor da Secretaria da Casa Civil, disse que o governo do RJ é sede do crime organizado.
“Eu costumo dizer que o Palácio da Guanabara é o gabinete do crime organizado do Rio de Janeiro. Na verdade, o crime organizado no Rio funciona dentro do Palácio da Guanabara”, afirmou em entrevista a um canal no YouTube.
Localizado em Laranjeiras, o Palácio Guanabara é onde funciona a sede administrativa da gestão estadual. Castro é investigado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por supostamente integrar um esquema de contratações de cabos eleitorais de forma ilegal durante as eleições de 2022, quando foi eleito para o cargo mais alto do Executivo local.
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Durante a entrevista, Travancas também destacou que já pediu para deixar o governo, mas que foi impedido pelo governador. Segundo ele, a recusa se deve ao fato de que, enquanto estiver trabalhando no serviço público, ele não pode processar o estado ou o governador.
“Eu não fui demitido. Eu estou no governo e ninguém me exonera. É uma coisa maravilhosa. Ontem mandei no WhatsApp ‘por favor, me exonerem’ e não fui exonerado”, continuou.
As afirmações acontecem depois de várias investigações da Polícia Federal contra o RJ e suas estatais. A RioPrevidência, por exemplo, está envolvida na crise do Banco Master, já que comprou cerca de R$ 1 bilhão em Letras Financeiras emitidas pela instituição financeira.
Nos últimos anos, ao menos sete governadores do RJ foram afastados do cargo, sendo que cinco deles foram presos. O último caso foi o de Wilson Witzel, que sofreu impeachment em 2021 e teve seu mandato cassado por crime de responsabilidade e corrupção ativa durante a pandemia de coronavírus.
Em seu lugar, entrou o vice Castro, que, no ano seguinte, foi eleito de forma oficial para o Guanabara. No entanto, agora ele está na mira do STF (Supremo Tribunal Federal), que pode decidir por sua cassação por abuso de poder político e econômico.
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