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O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia será assinado neste sábado (18). O evento está marcado para acontecer em Assunção, no Paraguai, país que exerce a presidência do Mercosul em 2025.
O tratado vinha se arrastando pelos últimos 25 anos e só conseguiu sair do papel na semana passada. A maioria dos embaixadores que formam o Conselho Europeu votou pelo acordo, que deve entrar em vigor no segundo semestre deste ano.
Todos os presidentes dos países que compõem o Mercosul devem se reunir com o presidente da Comissão Europeia, exceto o presidente Lula. Uma comitiva de Brasília vai representar o Brasil na assinatura, liderada pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.
No entanto, na tarde desta sexta-feira (16), véspera do evento, Lula recebeu Ursula von der Leyen e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, no Rio de Janeiro. O encontro foi iniciativa do lado europeu, com a ideia de mostrar o papel que o Brasil teve na negociação do acordo, que foi fechado apenas alguns dias depois que o país deixou a presidência do bloco sul-americano.
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"Quando determinei a retomada das negociações do Acordo de Parceria Mercosul-União Europeia, deixei claro que esse processo deveria ser compatível com os objetivos de promoção do crescimento econômico e de reindustrialização do Brasil. Foram mais de 25 anos de sofrimento e tentativa de um acordo", disse Lula no Museu Histórico e Diplomático do Itamaraty, no Rio de Janeiro.
Segundo as regras costuradas e aprovadas pelos dois lados, os produtos exportados terão isenção até uma cota estabelecida para cada tipo. Os itens terão as atuais taxas reduzidas de forma escalonada ao longo dos próximos anos até zerarem.
O Brasil é um dos países que mais serão beneficiados, com expectativa de incremento de até 0,4% no PIB (Produto Interno Bruto). Isso representa um total de R$ 50 bilhões, conforme estimativas de entidades do setor.
"O acordo tem uma mensagem forte: sejam bem-vindos ao maior mercado do mundo e à maior área de livre comércio do mundo. Nós concordamos que o comércio internacional não é um jogo de zero a zero. Nós concordamos que todos devem se beneficiar", declarou a presidente da Comissão Europeia.
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