Google (GOGL34) fecha maior negócio da sua história e compra Wiz por US$ 32 bi
O acordo, considerado o maior da história, coloca o Google em uma disputa ainda mais acirrada com Microsoft e Amazon.
💰 A Alphabets, controladora do Google (GOGL34), foi quem abriu a temporada de balanço das big techs nos EUA. Nesta terça-feira (29), a empresa reportou um lucro líquido de US$ 26,3 bilhões no terceiro trimestre, acima da projeção dos analistas.
Na divisão por ação, o lucro ficou na casa de US$ 2,12, enquanto o mercado fala em US$ 1,85 por papel. O resultado representa um avanço de 33,6% em relação ao registrado um trimestre antes.
O maior responsável pelo número positivo foi a divisão de anúncios, que somou US$ 65,8 bilhões, com avanço de 10,4%. Já o Google Cloud foi o maior proporcionalmente, crescendo 35%, para US$ 11,3 bilhões, de acordo com o relatório.
💵 Leia mais: Ibovespa cai e dólar vai a R$ 5,76, maior valor em mais de 3 anos e meio
Em termos de receita, a empresa alcançou US$ 88,3 bilhões, um incremento de 16% no ano. Na análise do presidente-executivo da Alphabet, os investimentos em Inteligência Artificial também contribuíram para o desfecho trimestral.
“Na divisão de buscas, nossos novos recursos de IA estão expandindo o que as pessoas podem pesquisar e como elas pesquisam. No Cloud, nossas soluções de IA estão ajudando a impulsionar uma adoção mais profunda com clientes existentes, atrair novos consumidor e fechar negócios maiores”, pontuou Sundar Pichai.
No after market de Nasdaq, às 17h15 pelo horário de Brasília, o papel subia 4,3%. No acumulado do dia, durante o pregão, os papeis já haviam avançado 1,66%, segundo dados da bolsa de valores dos EUA.
No Brasil, os BDRs negociados na B3 tiveram uma alta de 5,1% nesta terça. Desde o começo do ano, os títulos acumulam uma alta de 47%.
Esta é uma semana decisiva, pois é quando os investidores conhecem os números das empresas mais valiosas do mundo. Empresas como Meta, Microsoft e Nvidia devem divulgar seus relatórios até a próxima sexta, segundo calendário das bolsas dos Estados Unidos.
O acordo, considerado o maior da história, coloca o Google em uma disputa ainda mais acirrada com Microsoft e Amazon.
Ações da gigante de tecnologia despencam no pregão estendido em Wall Street, por não atingirem receitas de US$ 96,7 bilhões esperadas por analistas